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Tá na Folha:

O prefeito da cidade de Abaré (BA), Delísio de Oliveira da Silva, espantou a tiros um grupo que invadiu a prefeitura para arrombar um caixa eletrônico, na madrugada de quarta-feira. Sete pessoas foram mantidas reféns durante a ação dos criminosos.

Segundo informações da Polícia Civil, quatro homens armados invadiram a prefeitura por volta da 1h e renderam funcionários e pessoas que passaram na rua no momento da ação. O grupo usou um maçarico para tentar arrombar um caixa eletrônico do Banco do Brasil, localizado no interior da prefeitura.

Ainda de acordo com a polícia, o prefeito chegou no local por volta das 3h e percebeu a ação dos criminosos. Silva, que estava armado, realizou alguns disparos para assustar o grupo. Os homens fugiram levando o carro de um dos funcionários, um Fiesta, que foi abandonado horas depois.

Nada foi levado pelos assaltantes e ninguém ficou ferido, informou a polícia. Até a tarde desta quinta-feira nenhum suspeito tinha sido identificado. A polícia afirmou que o prefeito ainda não prestou depoimento, mas destacou que ele possui licença para portar arma.

Mas e se o referendo de 2005 tivesse dado outro resultado? Aí os bandidos levariam tudo. É isto que os esquerdinhas querem: permitir que bandidos metam a mão na bufunfa sem que o cidadão possa fazer nada.

Mais prefeitos precisam seguir esse exemplo de Delísio de Oliveira da Silva.

imparcialidade

Aguardem:

“ditador de Honduras conversa com presidente da Venezuela”

“ditador do Paquistão conversa com presidente da China”

“ditador de Israel conversa com presidente do Sudão”

Do G1:

Aos 84 anos, Otacílio José dos Santos se formou no ensino médio, em uma escola da rede pública estadual de São Paulo. Ele teve que começar a trabalhar ainda criança e havia largado os estudos na terceira série. Ficou longe das salas de aula por mais de 70 anos.

Santos nasceu em João Pessoa e chegou à capital paulista há 54 anos, sem saber direito ler e escrever. Depois que ficou viúvo pela segunda vez, já idoso, criou coragem para voltar à escola. Foram cinco anos de estudos. “Foi uma vitória grande chegar até o ponto final”, disse ele.

O que é melhor pro Brasil? Homens como Otacílio José dos Santos ou gente que fica se lamentando profundamente e mama Bolsa-Família?

Em cinco anos, o sr. Otacílio José dos Santos ultrapassou (e de longe) o título acadêmico do Presidente da República. Que ficou vinte e tantos anos vivendo de PT e sindicato e nem quis fazer um supletivozinho.

Mas aqui: o diploma do seu Otacílio é de verdade. Não é como os de Dilma e Celso Amorim não.

Luis Nassif posa de inteligentão, o feroz crítico da mídia. Admito que ele acerta – este post é um bom exemplo. Eu não sabia que a tal casa de Sarney foi omitida em somente uma de trocentas declarações, e, portanto, não foi “escondida”. É um bom post – infelizmente a favor de Sarney, mas o mérito da verdade não depende de a quem ela serve.

Agora, tem coisa que o Nassif produz – a maior parte – que é puro lixo. Vejam este comentário de um texto sobre Honduras:

Ou seja, segundo o tal analista (que é o mesmo repórter analisando) o golpe é constitucional, apesar de todos os organismos internacionais o virem como um golpe.

O golpe visou democraticamente (segundo o repórter-analista) – já que com o apoio das instituições – evitar que o presidente deposto atropelasse a Constituição com uma manobra ilegal (o plebiscito do continuismo). Por “democraticamente” se entenda, seguindo o que manda a Constituição. Mas a Constituição não manda depor o presidente. Mas isso se deve a uma falha da Constituição. Segundo o repórter-analista.

E tome banho de lógica (NASSIF, 2009).

Numa leitura rápida, Nassif parece desqualificar adequadamente o raciocínio do repórter. Acontece que ele não o faz. É o raciocínio de Nassif que apresenta coisas que não se seguem umas às outras, além de contar também mentiras descaradas. Vamos lá.

Ou seja, segundo o tal analista (que é o mesmo repórter analisando) o golpe é constitucional, apesar de todos os organismos internacionais o virem como um golpe.

Nassif, quem tem que analisar a constitucionalidade das coisas é a Suprema Corte do país, e não as instituiçõs internacionais. No Brasil, manda o STF, não a OEA.

O golpe visou democraticamente (segundo o repórter-analista) – já que com o apoio das instituições – evitar que o presidente deposto atropelasse a Constituição com uma manobra ilegal (o plebiscito do continuismo). Por “democraticamente” se entenda, seguindo o que manda a Constituição.

A segunda frase deste trecho apenas repete a primeira. Ou melhor, reforça, já que SIM, por “democraticamente”, entende-se algo de acordo com as instituições e com a Constituição. Ou será, Nassif, que algo pode ser democrático indo contra as instituições e contra a Constituição?

Mas a Constituição não manda depor o presidente.

Mentira. Manda sim. Mas o apreço de Nassif pela apuração, pelo comedimento, por checar as fontes, não vale quando se trata de Honduras. A Constituição de Honduras não tem mecanismo para impeachment, e diz que o cidadão que SUGERIR que haja reeleição perde seus direitos políticos.

Mas isso se deve a uma falha da Constituição. Segundo o repórter-analista.

Não há falha nenhuma na Constituição hondurenha que impeça a deposição do Presidente, embora, é certo, falte o mecanismo formal do impeachment. Agora, uma vez que a falta de impeachment é um fato, os hondurenhos vão fazer o quê? Permitir que esse loophole mantenha um presidente golpista no poder? Propor uma reforma para haver impeachment com esse mesmo presidente golpista no poder?

E tome banho de lógica.

Você que acabou de tomar um.

No Christian Science Monitor, escreve o advogado hondurenho Octavio Sánchez:

Our Constitution takes such intent seriously. According to Article 239: “No citizen who has already served as head of the Executive Branch can be President or Vice-President. Whoever violates this law or proposes its reform [emphasis added], as well as those that support such violation directly or indirectly, will immediatelycease in their functions and will be unable to hold any public office for a period of 10 years.”

Notice that the article speaks about intent and that it also says “immediately” – as in “instant,” as in “no trial required,” as in “no impeachment needed.”

Continuismo – the tendency of heads of state to extend their rule indefinitely – has been the lifeblood of Latin America’s authoritarian tradition. The Constitution’s provision of instant sanction might sound draconian, but every Latin American democrat knows how much of a threat to our fragile democracies continuismo presents. In Latin America, chiefs of state have often been above the law. The instant sanction of the supreme law has successfully prevented the possibility of a new Honduran continuismo.

Do Terra:

Um britânico de 23 anos foi condenado a quatro anos e meio de prisão nesta semana por ter invadido a residência de uma casal de idosos perto de Oxford, na Grã-Bretanha, em agosto do ano passado. Apesar de armado com uma faca, o jovem foi dominado pelo dono da casa, um ex-boxeador de 71 anos.

Frank Corti é um militar da reserva e serviu com o Royal Engineers no norte da África entre 1956 e 58. Ele acertou dois diretos no rosto do vizinho Gregory McCalium, que o deixaram com um olho roxo e com o lábio inferior inchado.

Quando a polícia chegou à casa, o atendente de bar McCalium já havia sido dominado pelo reservista. O juiz que presidiu o caso no Tribunal Real de Oxford afirmou que McCalium “teve o que mereceu” (…)

Viva a auto-defesa!

Frases (8)

“[N]ão é metodologicamente admissível atribuir ações de transformação social a entidades genéricas abstratas sem ter na mínima conta os agentes individuais e grupais concretos envolvidos no processo”.

- Olavo de Carvalho, A culpa dos outros: Cabeça de uspiano – 2, 2009

É por isso que o Direita Livre sempre destaca os indivíduos em seus posts, colocando seus nomes em negrito no texto e também nas tags.

Da Reuters, 8 de junho:

PHNOM PENH, Camboja (Reuters) – O ex-dirigente carcerário do regime cambojano do Khmer Vermelho disse na segunda-feira a um tribunal cambojano que filhos de detentos da prisão S-21 foram assassinados para que não buscassem vingar seus pais anos depois.

Kaing Guek Eav, o Duch, primeiro de cinco dirigentes a serem julgados pelas atrocidades do regime (1975-79) que matou 1,7 milhão de cambojanos, disse aceitar a responsabilidade pela morte das crianças, mas alegou estar apenas cumprindo ordens.

“Quando as crianças chegavam ao centro, eu dava as ordens para matá-las, porque temíamos que essas crianças fossem se vingar”, disse Duch, de 66 anos, ao tribunal.

“Eu tive de implementar a política do Partido Comunista”, disse o ex-dirigente da prisão, uma antiga escola na periferia da capital, onde mais de 14 mil pessoas morreram, inclusive mulheres e crianças (…)

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